11.12.13

The perks of being a batch-cooker

Então, durante o fim-de-semana meti-me de novo na cozinha e experimentei fazer o pão de feta e kale (que cá não há disso por isso foi com penca que tinha no congelador e couve do caldo verde.) É um pão de sabor muito intenso que é facilmente overpowered pela menta que pede na receita: aconselho diminuir a quantidade. Além disso, a penca dá um sabor muito forte, deveria ter-me ficado pela couve de caldo verde. Congelei-o à espera de salmão fumado como aconselhado no post do mister.

As coxas de frango do mesmo mister, sem a Vegeta (uma espécie do nosso vulgo knorr em pó) e, caneco, é bom! Pus metade do azeite e ainda assim o frango assou numa bela piscininha de gordura. Acompanhei com legumes assados (assim pude limpar a gaveta do frigorífico que já estava atolada de coisas verdes) e um pouco de basmati. Salvou-me um par de refeições para a semana.

Fiz um remake do meu amado bolo de ameixa mas, desta vez, sem as ameixas (já não altura delas... Sad eyes). Cobri a massa com maça fatiada, duas colheres de açúcar amarelo, sumo de limão em gotas generosas, canela e uma mãozinha de amêndoa laminada. No final de tudo isto, não senti saudades da ameixa!

Uma sopa de brócolos com parmesão e limão, gira mas não digna.

E hoje decidi livrar-me do peixe congelado. Retornei às origens e fui uma (pouco) célere executante de duas belas receitas da Susana e da Isabel:

Sopa de peixe (usei redfish e livrei-me dos coentros). E, ai, como é bom voltar às receitas portuguesas. Sopas é em português, sempre, não me venham com merdas.

Canelonis de beringela (sem o gruyère porque a intenção é limpar o frigorífico). Foi uma surpresa ao provar o recheio (requeijão, ovo cozido, pescada cozida, parmesão e ervas), tão saboroso. Seria um belíssimo dip para tostinhas.


Desta vez não há lista de receitas a fazer proximamente porque agora não tenho frescos, tenho mantimentos congelados em tupperwares.

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